Faz praticamente um ano desde o anúncio do Plano Ecológico Adraga-Praia Grande, aprovado em reunião de Câmara no dia 28 de Janeiro 2025 e alvo de protocolo assinado entre a autarquia, o Fundo Aga Khan para a Cultura, a CCDR-LVT, o ICNF e a APA,
Perante operações a decorrer no terreno, e sem que as nossas preocupações, questões e sugestões tenham sido devidamente respondidas, ou acolhidas, reforçamos a nossa preocupação ao constatar que existem movimentações massivas de terras, já com destruição de flora, sem se conhecer em detalhe os planos e intenções.
Importa, face à complexidade do plano (investimento, sensibilidade e dimensão da área, etc), que a comunidade tenha respostas, e que as entidades promotoras saibam reconhecer críticas construtivas, assim como o acolhimento de sugestões válidas.
Recordamos que segundo a proposta do ex presidente da autarquia, citado pela agência Lusa, a intenção seria “a recuperação paisagística e a valorização de uma área costeira de grande interesse ambiental e cultural no concelho”, promovendo “práticas sustentáveis que pretendem incentivar a comunidade local e visitantes para a importância da preservação ambiental”, a QSintra expressou as suas preocupações, e questões no documento disponível abaixo
Clique aqui para ver documento