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  • Queremos reforçar a capacidade de intervenção cívica, de forma organizada e participada.
  • Defendemos que Sintra é de todos e precisa de todos
  • Queremos lutar pela recuperação de Sintra como um património vivo e habitado.
  • Queremos uma mudança de paradigma que previna novos atentados contra a integridade arquitectónica, ambiental e do tecido social e que corrija tanto quanto possível os já permitidos.
  • Defendemos a criação de uma estrutura especializada para a administração pública da Paisagem Cultural de Sintra e as suas zonas de influência.  

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Sintra contra a iluminação pública de alta intensidade

QSintra lança petição contra a iluminação execessiva que compromete a saúde e o ambiente e prejudica a vida animal e ambiente romântico de Sintra.
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=naoluzatalintensidad

A substituição da iluminação pública por lâmpadas LED brancas de alta intensidade, por todo o concelho de Sintra, é motivo de preocupação para um cada vez maior número de cidadãos que não encontram justificação para a implementação desta iluminação nocturna.

Trata-se de uma situação que afecta o conforto, o descanso e a qualidade de vida da população, além dos efeitos que tem no ecossistema e na paisagem.

Consideramos assim que esta situação exige uma reavaliação técnica urgente e a instalação de iluminação adequada por parte da Câmara Municipal de Sintra, de acordo com as normas da União Europeia e com os vários estudos científicos independentes da indústria da iluminação disponiveis sobre a matéria.

Os impactos no ambiente e na saúde

Recentemente, o jornal Público publicou uma reportagem intitulada «A iluminação LED é o eucalipto da paisagem nocturna portuguesa» (21/09/2025), onde especialistas alertam para os impactos negativos da luz branca e fria — tanto na fauna e flora, como na saúde humana e na qualidade do céu noturno.

Uma agressão à paisagem

Acresce que a agressividade estética das lâmpadas LED é totalmente desadequada em centros históricos, ainda por cima em Sintra onde o ambiente romântico devia ser um valor absoluto.
Os ambientes históricos, naturais ou com fauna sensível, exigem luzes com espectro específico ou menor intensidade, defende a Royal Commission on Environmental Pollution (UK) – ‘Lighting and the Environment Report

O mito da segurança

Com o título «A iluminação forte traz mais segurança? Não, é “uma crença supersticiosa”», o jornal Público publicou também (11/10/2025) uma entrevista com o cientista britânico Paul Marchant, «que há duas décadas se debruça sobre o impacto da luz artificial na segurança» e que defende não existirem evidências científicas que comprovem que uma maior intensidade da iluminação pública reduza a criminalidade ou os acidentes rodoviários.

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QSintra nos passadiços: questões a resolver

Visitamos em Abril a primeira fase do Parque Ecológico Adraga-Praia Grande, numa visita há muito solicitada e finalmente organizada pelas entidades envolvidas no projecto. Tivemos resposta a algumas preocupações sobre o impacto do projecto mas há questões que ficaram em aberto e sugestões que aqui retomamos. Leia na íntegra a nossa avaliação e crítica em resposta enviada à Fundação Aga Khan e responsáveis da Câmara de Sintra

Colares, Litoral e Banzão exigem proteção! Desenvolvimento sustentável SIM! Destruição NÃO!

◦ Acha que ‘desenvolvimento sustentável’ equivale a permitir construções de grande volumetria e em locais ‘protegidos’, cortar árvores de forma indiscriminada, degradar o ambiente natural, a paisagem e o património cultural?

◦ Quer ver Colares, o Banzão e o Litoral cada vez mais sujeitos à especulação imobiliária e a interesses obscuros que ameaçam a integridade paisagística e a vida da comunidade?

◦ Quer deixar que toda esta área – que faz parte do Parque Natural Sintra-Cascais e da Zona Especial de Proteção da Paisagem Cultural de Sintra, Património Mundial – sofra o que aconteceu a regiões que outrora tiveram grande capital cultural e ambiental e que hoje estão completamente descaracterizadas com perdas económicas irreparáveis?

◦ Fica indiferente a que vastas áreas do pinhal do Banzão estejam a ser dizimadas, sem que as autoridades fiscalizem nem actuem?

◦ Está de acordo que em vez da construção se submeter à área de pinhal, este seja sacriifcado em benefício de um contínuo edificável do Banzão até à Praia das Maçãs?

◦ Considera aceitáveis as dimensões ofensivas do empreendimento que está a ser erguido na Praia das Maçãs e outros espaços que o betão está a conquistar?

◦ Concorda com planos e projectos para construir em cima das arribas e ‘domesticar’ os espaços da natureza que ainda subsistem?

◦ Fica indiferente ao facto do grande supermercado em construção, no lugar de uma casa de veraneio emblemática, constituir, além de um atentado à paisagem, um factor de agravamento do trânsito, de poluição e ruído e vir a ter vários impactos negativos nas condições de vida de moradores, comerciantes e produtores locais?

◦ Acha aceitável que, tal como aconteceu noutras zonas, este supermercado seja um precedente e que depois dele se venham a instalar mais estabelecimentos comerciais e serviços na Av. do Atlântico, desfigurando irremediavelmente esta zona residencial?

Se respondeu não a estas perguntas e quer ver preservadas as características urbanísticas, habitacionais, paisagísticas e ambientais deste lugar único,
junte-se a nós na marcha!

Pela proteção de Colares, Banzão e Litoral, JUNTE-SE À QSINTRA!

Exigimos à CMS, ICNF, PSML, CCDR LVT e APA estratégias sustentáveis, transparência e fiscalização.

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